muito bem, vamos por partes. sempre desconfiei que sou um pouco disléxica, certa vez até sabia escrever melhor. mas como isso não vai ser divulgado, sinto-me falando sozinha e não tenho nenhum interesse em tornar-me jornalista, pouco importa não? pois bem, sempre fui meio confusa, em relação a tudo. mas a tudo mesmo. com o tempo, talvez isso foi modificando-se aos poucos, mas ainda sinto insegurança em certas coisas que faço. digamos que na maioria delas. talvez seja algo relacionado à infância, não sei ao certo, pois em algumas horas desejo profundamente voltar àquele tempo onde tudo era mais fácil e não existiam tantas (quase nehuma) responsabilidades, a única preocupação existente era se a casa das bonecas estava arrumada ou não. e como toda criança, não acredita que seu mundo é tão bom assim e quer mesmo crescer logo, mostrar-se ao mundo, ser "grande" logo. mas ser grande, não é tão simples assim. necessita força, coragem. habilidade. nunca sabe-se o que está por vir, nunca sabe-se por quanto tempo sua rotina continuará a mesma, sua vida continuará a mesma. por quanto tempo as pessoas ao seu redor continuarão as mesmas. numa sociedade falida, onde você é somente o que você tem, escolhemos a dedo quem é digno de confiança. não sejamos hipócritas a ponto de dizer que não precisamos de dinheiro para nada, mas também não tão ignorantes a ponto de viver em torno do materialismo. o que em muitas vezes, não serve para nada, convenhamos. numa sociedade medíocre, onde você só é bonita se está em pele e osso, não importam-se com sua saúde, com seu bem-estar, com sua qualidade de vida. celebridades anoréxicas transnornam cada vez mais mentes fracas, direta e indiretamente. e todos acham lindo. eu também achava. pois bem, já que estamos aqui, distúrbio alimentar não é frescura, é doença, e eu sei bem disso. passei 6 anos da minha vida controlando calorias, revertendo o que eu achava que tinha sido demais e passando dias à base de água e cigarros. digam o que quiserem, só eu sei o inferno que eu vivi. doenças psicológicas não vem sozinhas, ah não vem mesmo. uma série de pertubações psíquicas perseguiam-me certa época trazendo o desejo incontrolável da extinção da vida para cada vez mais perto. são nesses acontecimentos absurdos, que percebe-se quem você realmente é, a que está disposto, porquê e quem está do seu lado. não preciso de muitas pessoas, e nunca precisei. sempre tive a sorte de encontrar pessoas certas que tinham a cura para meus sentimentos obscuros, relacionados à aversão. ok, isso tudo está ficando clichê demais, escrevi demais, coisas que talvez ninguém devesse saber. mas com o tempo, aprendi que as pessoas que não se expressam, morrem aos poucos. hoje podem dizer que não sou a melhor pessoa para lidar-se. mas acredite, já fui bem pior, e realmente ainda não entendo como as pessoas que gostam de mim e convivem comigo ainda suportam-me. alguma coisa eu devo ter de diferente.
que bom.
"amigos vem e vão, mas nunca abra mão dos poucos e bons." depois de quase preder minhas pouquíssimas amizades verdadeiras é que aprendi a dar valor ao amor de uma pessoa pela outra. como pode o ser humano ser tão idiota e quase deixar escapar tanta coisa especial que o cerca. mais triste ainda é quando deixa. ninguém nasceu pra si mesmo, acredito sim que cada um de nós tenha alguém que complete-o, podendo ser até mesmo o seu cachorro. ninguém é auto-suficiente. há! se alguém que me conhece algum dia ler isso vai achar um tanto quanto estranho demais. de verdade, não gosto de muitas pessoas, e nem faço questão. estamos cercados de arrogantes e fingidos que acham que são espertos mas não sabem a cultura básica do próprio país. enfim, há alguns, (poucos) que salvam-se e são desses que eu me refiro! aprendi a valorizar as pessoas boas que me encontraram, que muitas vezes, me salvaram de mim mesma. e hoje é só isso que me importa. all you need is love.
que bom.
"amigos vem e vão, mas nunca abra mão dos poucos e bons." depois de quase preder minhas pouquíssimas amizades verdadeiras é que aprendi a dar valor ao amor de uma pessoa pela outra. como pode o ser humano ser tão idiota e quase deixar escapar tanta coisa especial que o cerca. mais triste ainda é quando deixa. ninguém nasceu pra si mesmo, acredito sim que cada um de nós tenha alguém que complete-o, podendo ser até mesmo o seu cachorro. ninguém é auto-suficiente. há! se alguém que me conhece algum dia ler isso vai achar um tanto quanto estranho demais. de verdade, não gosto de muitas pessoas, e nem faço questão. estamos cercados de arrogantes e fingidos que acham que são espertos mas não sabem a cultura básica do próprio país. enfim, há alguns, (poucos) que salvam-se e são desses que eu me refiro! aprendi a valorizar as pessoas boas que me encontraram, que muitas vezes, me salvaram de mim mesma. e hoje é só isso que me importa. all you need is love.
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