Eu penso, viajo, sonho todos os dias com uns futuros nossos, não tão próximos assim... E sabe, aguardo ansiosamente pelos tantos outros dias mais felizes da minha vida.
(((:
terça-feira, 10 de julho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Queria poder te perguntar se tá tudo bem. Como vão as coisas, se o que sempre planejaste está dando certo ou se os planos mudaram. Queria ainda poder te contar minhas novidades e ouvir as tuas também, mas enfim, a única coisa que ainda posso fazer é desejar que seja feliz, que as coisas se encaixem, que as pessoas que te cercam sejam melhores contigo do que foram comigo e que, como sempre, o tempo se encarregue das verdades.
"Faz tanta falta o teu amor..."
"Faz tanta falta o teu amor..."
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Teoria Crítica.
Como podem perceber, meu entusiamo para escrever e meu tempo para o mesmo diminuiram relativamente. Aqui vai então um comentário sobre um texto de chorar que tive o privilégio de ler em aula.
A Escola de Frankfurt juntamente com a Teoria Crítica surge no final do século XIX a fim de mostrar o que julgam a verdadeira face do mundo. Afirmam que a vida capitalista está muito semelhante a uma arena teatral, a teorias da conspiração e domínio psicológico de indivíduos através de marketing e comunicação. Surge como uma forte crítica às disciplinas regradas que tentam manter a ordem social ao tempo que às convém e caminha ao completo oposto dessas fórmulas capitalistas e tentam evitar a função ideológica das mesmas, evitar que o ser humano continue sendo alienado pelos bens de consumo.
Julga como grande e influente culpada a eterna divisão de classes sociais, que sempre acaba subordinando o mais fraco ao mais forte, seja na fora bruta, moral, psicológica ou financeira. Sociedade essa que manipula o indivíduo para o seu prazer, sem pensar no bem da coletividade. E por conta dessa divisão, fica preso ao padrão social que sempre conheceu, sem chance de autonomia e mesmo que ele pense que está escapando do sistema ou desligado de alguma forma dele, ele não está, pois mesmo em seu tempo livre ele está subordinado a alguma criação relacionada ao mesmo. Como o próprio autor salienta: “Divertir-se significa estar de acordo. Significa sempre não deve pensar”.
Somos então, submetidos a uma espécie de “tortura social”, que nos deixa “pseudo-individuais” e então a alienação social é concluída com sucesso ao longo dos tempos com suas fórmulas prontas como filmes e novelas com o mesmo enredo, músicas sem sentido, sem necessidade de esforço mental e aí se conclui o sucesso que mantém a roda do capitalismo girando; seres não pensantes não questionam.
A teoria crítica e toda sua ênfase na manipulação e alienação da sociedade para com o indivíduo é muito real, muito relevante e muito útil também, não fosse o fato de apenas apresentar críticas e não inserir junto ao menos um projeto de solução. Para muitos pode parecer óbvio todo o trabalho por eles desenvolvido, mas para outros muitos, com certeza uma maioria, vale a pena apresentar e fazer-se pensar, sair dessa “inércia intelectual” ao qual o sistema tenta nos manter acurralados.
A Escola de Frankfurt juntamente com a Teoria Crítica surge no final do século XIX a fim de mostrar o que julgam a verdadeira face do mundo. Afirmam que a vida capitalista está muito semelhante a uma arena teatral, a teorias da conspiração e domínio psicológico de indivíduos através de marketing e comunicação. Surge como uma forte crítica às disciplinas regradas que tentam manter a ordem social ao tempo que às convém e caminha ao completo oposto dessas fórmulas capitalistas e tentam evitar a função ideológica das mesmas, evitar que o ser humano continue sendo alienado pelos bens de consumo.
Julga como grande e influente culpada a eterna divisão de classes sociais, que sempre acaba subordinando o mais fraco ao mais forte, seja na fora bruta, moral, psicológica ou financeira. Sociedade essa que manipula o indivíduo para o seu prazer, sem pensar no bem da coletividade. E por conta dessa divisão, fica preso ao padrão social que sempre conheceu, sem chance de autonomia e mesmo que ele pense que está escapando do sistema ou desligado de alguma forma dele, ele não está, pois mesmo em seu tempo livre ele está subordinado a alguma criação relacionada ao mesmo. Como o próprio autor salienta: “Divertir-se significa estar de acordo. Significa sempre não deve pensar”.
Somos então, submetidos a uma espécie de “tortura social”, que nos deixa “pseudo-individuais” e então a alienação social é concluída com sucesso ao longo dos tempos com suas fórmulas prontas como filmes e novelas com o mesmo enredo, músicas sem sentido, sem necessidade de esforço mental e aí se conclui o sucesso que mantém a roda do capitalismo girando; seres não pensantes não questionam.
A teoria crítica e toda sua ênfase na manipulação e alienação da sociedade para com o indivíduo é muito real, muito relevante e muito útil também, não fosse o fato de apenas apresentar críticas e não inserir junto ao menos um projeto de solução. Para muitos pode parecer óbvio todo o trabalho por eles desenvolvido, mas para outros muitos, com certeza uma maioria, vale a pena apresentar e fazer-se pensar, sair dessa “inércia intelectual” ao qual o sistema tenta nos manter acurralados.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Essa vai pra todos vocês que se acham superiores. Pra todos vocês que venderiam a mãe por grana, pra todos vocês que movem o capitalismo exacerbado. Vocês que nos julgam por tomar nossa cerveja quando dá vontade mas tem pena do alcoólatra. Que nos julgam por fumar nosso cigarro, seja ele qual for mas dizem que o viciado é coitadinho, que não teve chance, não teve oportunidade, que não tem culpa. Pra vocês que dizem que o racismo é um absurdo mas são a favor de cotas. Pra vocês que dizem-se a favor da igualdade mas não aceitam união homossexual, que acham lindo a adoção mas votam contra esse mesmo casal levar uma criança pra casa. Pra vocês que enchem a boca pra falar que são patriotas mas ainda vivem no 'american dream' e também pra vocês que que lutam contra o governo podre e sujo acomodados em seus sofás. E que fique bem claro: quero mesmo gente hipócrita bem longe, reclamo mesmo do que me incomoda e tenho muita coisa há fazer ainda, ao contrário de muita gente, que parece que trocou os interesses da própria vida pela dos outros.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Eu que sempre carreguei todo o orgulho do mundo e mais um pouco, hoje me pergunto o quanto algumas pessoas conseguem me superar; até onde vão agindo de má fé em nome de algo que nem elas mesmas acreditam, até quando machucam em nome do prazer, até onde me causam diversas reações que eu nem entendo mais porquê.
domingo, 1 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Não sou de amar as pessoas. Definitivamente não. Mas tem muita gente que já passou por aqui. Amar de querer bem, de querer saber, de querer cuidar, ajudar, de tá perto. De desejar sorte, falar o que deve, quando deve. De fazer o pssível para o melhor. E depois de tanto tempo, é quase inacreditável como essas pessoas acumularam decepções; para mim e para elas mesmas.
tattoo you.
"O que significam tuas tatuagens?" Bem, pra ti nada. O que eu posso dizer... Tudo é uma questão de ponto de vista onde para alguns são simplesmente desenhos, loucuras, bizarrices e por aí vai... Mas não são simplesmente símbolos mitológicos, arte oriental, personagens, etc. São a minha forma de expressão, a minha forma de beleza, a minha forma de força, de lembranças. Vai desde 'não sinto nada que chega a ser engraçado' a 'dói tanto que torna-se confortável'. Meus limites, meus gostos, minhas memórias, meu valor, minha arte. Minha história diz respeito a mim, e grande parte dela, está aqui, exposta subjetivamente para clarear ou colocar mais ou ponto de interrogação na cabeça desses que perguntam.
quarta-feira, 21 de março de 2012
always where I need to be.
E eu continuo com esse medo ridículo de dormir assim como criança tem medo do escuro. Mas... faz assim olha, fica. De uma vez. Teu coração, teu amor, teu domínio... Ah, eu te amo é tão pouco pro que sinto, tão medíocre comparado a todo esse sentimento! Se conhecesses meu passado, minha utopia de nada nem ninguém, mal acreditarias nessa revolução que causastes em mim, aliás, nem eu acredito! Meus pensamentos e ideias de futuro radicalizaram-se de uma forma estonteante que quando paro pra pensar, me deixam tão encabulada que a única reação que consigo ter é aquele sorriso besta e radiante que achei que nunca mais veria. É tudo tão surreal que chego a temer aonde isso vai dar. Eu não quero mais esperar um minuto sequer contra minha vontade pra te ver, te abraçar, te amar. Temos todo o tempo do mundo, então, que ele venha logo até nós.
"Sempre fui fraca, mesmo me fazendo de forte." Shoko Tendo me surpreendeu mais do que eu imaginava, mostrando-me que como sempre dizem, tudo pode piorar. Realmente, eu estou cansada. Tenho uma grande dificuldade em conviver com rotinas, pessoas previsíveis me enjoam facilmente e não ter alguém que não use o que eu disse contra mim no futuro me deixa mais frustada ainda. É a tal da angústia, que fingi ir-se, quando na verdade, só está dando uma trégua. Pode ser o mais fiel retrato da minha fraqueza, mas o que eu mais queria era largar tudo isso e viver de amor.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Vício de Vida
"Amor, o cigarro da vida que usamos por prazer, nos viciamos na necessidade e acabamos morrendo em suas milhares de substâncias. Me beije com os lábios de quem vai enfrentar com medo o desconhecido. Acenda-me e terá o teu alívo instantâneo.Minha fumaça te invade e te completa, mas mesmo assim tu queres mais. Ao meio do fumo sou o teu câncer instalado e faminto, te sugo a vida como fazes ao me tragar. Então seus dedos já sentem o calor da brasa; sim! o fim está próximo. Já tens quase tudo que necessita para suprir o seu mais novo hábito de viver. Com medo de se queimar, o olha com satisfação e desprezo por não ser mais útil a sua carência. Assim apenas o solta no ar o deixando o terminar sozinho. Sai andando, não se desespera, pois sabe que tem em seu bolso uma carteira cheia de vida para fumar...por muito tempo."
De Martin Menezes Neto em http://omonologomudo.blogspot.com.br
De Martin Menezes Neto em http://omonologomudo.blogspot.com.br
domingo, 18 de março de 2012
love it all.
E mais um fim de semana vai chegando ao fim, e eu vou dizer que não poderia estar mais feliz. Cada dia eu me surpreendo mais! A cada minuto, a cada sorriso, a cada toque, eu vejo como coisas que nunca me importei antes podem ter tanto valor. A sensação de uma nova pessoa, de um novo sentimento, totalmente distinto de tudo aquilo que tu já sentiu antes e talvez por imaturidade, chamou de amor. Se tem um limite, eu já superei ele; e se não tem, melhor ainda! Eu não quero que isso acabe nunca. Gastaria todo o resto dos meus dias pra ti.
sexta-feira, 16 de março de 2012
É clichê mas ainda muito válido: o mundo dá voltas. E que voltas! Hoje aquela que tu odiava só de olhar se torna a que vai libertar tua cabeça; aquela que sempre foi sensacional agora só exala o fedor da podridão da alma. Aquele dia horrível, transforma-se num dia perfeito. O que importava há muito tempo atrás já nem importa mais, afinal o coração precisa de mudanças, desvios, arrepios! E assim vai cada vez mais, não para descobrir, mas sim para reavaliar o valor das coisas.
domingo, 11 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quanto vale?
As coisas e sentimentos ruins parecem marcar hora, para aparecem todos juntos. NÃO SEI LIDAR. Me cobram demais, me usam demais, me explicam demais, me moldam demais. Me querem demais. E EU, aonde fico em tudo isso? Dá pra tirar um tempinho aí pra ouvir minhas lamentações. Oh, sim, eu também tenho. Eu reclamo, eu penso demais tentando resolver, quebro a cabeça planejando um futuro, choro quando tudo dá errado. Quando me sinto ameaçada, quando sinto, mesmo que por muito pouco, aquilo que gosto e quero, se afastando de mim. É por essa e outras que tem coisas que me deixam puta, mas puta da cara. Falta de consideração é uma delas. Relatos iguaizinhos a que passei me fazem pensar, o quanto as pessoas que dizem que se importam, realmente se importam. Falar é muito fácil, falar que se importa, que tá aí pra tudo, que sempre vai ser assim. Quero ver fazer. É por isso que eu dou muito mais valor para as atitudes, do que para as palavras. Não cobro palavras de ninguém, atitudes sim. Não faço questão que me digam coisas boas, mas que façam. Concordo, que ouvir algumas coisas de vez em quando é bom, mas que quem o faça, tenha total certeza. Aprendi do pior jeito o poder que as palavras tem. Martela na cabeça e no coração até não poder mais, grita internamente até te sufocar. É tão simples! Não tá disposto, não quer fazer, tá ruim, não tá certo? Não promete. Não fala que sim, quando não. Nem não, quando sim. Aprende a separar as coisas, as pessoas, os momentos. Há de chegar uma hora em que haverá uma espécie de 'chave', onde só aquela poderá te ajudar, e se não guardou direito, se fodeu. Bem assim. Se fazer de coitado não ajuda, fingir ignorar pra ganhar atenção não ajuda, guardar rancor não ajuda. Eu falando em não guardar rancor? Pois muito bem, eu tenho uma vida não? Indo rápido demais pro meu gosto, onde muitas vezes não tenho tempo nem pra mim, quem dirá pra infantilidades e rancor! E com essa gente que vive de contradições, eu só tenho uma coisa pra finalmente, dizer, com toda a convicção do mundo: não gastarei mais tempo, paciência ( essa por sinal, quase nada me sobra) e afeto com vocês. Mas né, de tão ruim que sou, tô sempre aqui, independente do que aconteça, pra te ouvir cobrar, usar, explicar, moldar, querer, reclamar e chorar. Eu não vivo mais de ódio, ainda bem. Procuro viver de amor e acreditar que tudo aquilo que vai, volta. Tô perdendo o foco da coisa já, mas deixo aqui um aviso pra todos, darem valor enquanto é tempo.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
ainda bem.
"Ainda bem que agora encontrei você. Eu realmente não sei o que eu fiz pra merecer você. Porque ninguém dava nada por mim, quem dava, eu não tava a fim, até desacreditei de mim. O meu coração já estava acostumado com a solidão, quem diria que a meu lado, você iria ficar. Você veio pra ficar, você que me faz feliz, você que me faz cantar, assim. O meu coração, já estava aposentado sem nenhuma ilusão, tinha sido maltratado. Tudo se transformou, agora você chegou, você que me faz feliz, você que me faz cantar, assim".
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Passou. Passou uma hora, passou o ódio mortal. Mas confesso que o desespero não. Um futuro próximo recheado de desgraças e misérias nunca esteve tão perto. Mas por um momento, pulamos essa parte, e me peguei fazendo planos a longo prazo. (Nunca esqueço da genial resposta a um aluno, do meu sábio professor de C.Política, em que disse que "a longo prazo, todos estaremos mortos", mas permito-me sonhar uns instantes). E vou dizer que não é nada muito diferente de agora (excluindo todos esses acasos desgraçados, claro), referindo-me principalmente às pessoas. Depois de muito tomar na cara, hoje sim posso dizer que sei quem são meus amigos, quem posso realmente confiar, e desses, eu não abro mão. Tremo de medo e de tristeza só de pensar em não ter mais minha família por perto. Como dize, família a gente não escolhe e por mais que possamos ter passado por situações ruins, são eles os que eu quero sempre junto a mim e a eles sei que posso sempre recorrer em qualquer tipo de situação. Se eu vou casar, ter filhos, não sei. Mas vou admitir, pois à essas alturas já nem faz sentido negar, que o que eu tô sentido agora, quero carregar até o fim da vida. E quem sabe um labrador no quintal seja uma boa ideia... (;
Mergulhada nos meus infinitos problemas tento ainda negar que o álcool não é uma solução, e sim, mais um desses problemas. Me vejo perdida, louca, alienada, outra pessoas. Que fiquem bem claro, esse não é um texto de ressaca moral, pois finalmente encontrei alguém que me colocasse uns freios. Sempre fui uma pessoa muito observadora. Observando os fatos, o álcool e o efeito dele sobre as pessoas, me pergunto aonde querem chegar com tudo isso e a quem querer enganar. A gente demora pra perceber, pra se ligar, pra admitir. Seis anos realmente é muito tempo. E eu tô cansada disso pra mim, eu tô cansada de mim com isso. Há vezes que nem me reconheço mais. A quem eu quero enganar? Aonde eu quero chegar com isso? Prazeres na vida são extremamente necessários mas, como eu sempre digo, tudo que é em excesso faz mal, mal demais. Problemas de dentro pra fora já me fizeram pirar e não foi só uma vez. Época sombria dos meus transtornos alimentares, posso dizer que ali, cheguei ao inferno. E só faço questão de me lembrar e comentar por um motivo: eu superei. E superei sozinha. Às vezes nem a gente sabe a força que temos dentro de nós. Por essas e outras, sei que sou capaz de me livrar desse fardo agora também. Ando fragilizada demais, estressada demais, querendo tudo demais. E quem muito quer, pouco tem. Não vou negar que essa sociedade falida me enche mais ainda de revolta. Tem vezes que eu não sei nem o que pensar, o que dizer nem como agir diante de tanta hipocrisia. E não, eu não me canso desse termo pois acredito que não há nada melhor para definir esse meio em que estamos sujeitos a sobreviver. Porque sim, muitos desses dias são só para fazer passar e chegar o outro, e o outro, e o outro e assim sucessivamente, e de repente, ali quem sabe, encontremos alguma coisa que nos deixe realmente vivos. A minha única e mais sincera vontade agora era poder de certa forma fugir de tudo isso, pegar meu amor e dar o fora daqui. Pra aí sim, viver e ser feliz sem limites, sem pausas.
Gente com dinheiro é arrogante, gente com dinheiro é hipócrita, gente com dinheiro é nojenta. Esse tipo de gente vai ate o inferno pela ganância, passam por cima até da própria mãe se for preciso. Nunca tive muito dinheiro, confesso que em horas como essas um pouco mais dele seria muito necessário do meu meio familiar, mas isso nunca me impediu da felicidade. As pessoas machucam umas às outras em nome da avareza. Guerras entre países tão distintos são causadas por religião e dinheiro na maioria das vezes. Por um momento só gostaria de entender o que se passa na cabeça dessas pessoas.
"O teu futuro é duvidoso, eu vejo grana, eu vejo DOR".
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
E essa angústia não passa. Mas por incrível que pareça, dessa vez, ela não vem de mim. Por um dia senti e desejei nunca mais, tô contando os minutos pra ela ir embora. Foi alguma coisa que eu fiz? Fui eu? Melhor, vai passar? Diz que sim, te abre pra mim, me deixa sentir o que tu sente. Tudo o que eu não preciso agora, é de mais uma incerteza.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Me impressiono como realmente o mundo dá voltas. Um dia totalmente diferente do outro, que podem trazer imensas decepções e atiçar milhões de pensamentos, muitos até que estavam ali, escondidinhos, sem dar o ar da graça há tempos. Eu não sei se é só impressão, se é algum problema comigo ou quê, mas de vez em quando dá um estalo na cabeça, onde tu menos queria estar era ali, o que tu nunca imaginou tu sentiu. Esse é o problema dessas coisas que vem assim, de repente. Se acostuma muito rápido com elas, se acomoda mais rápido ainda, mas e aí, é isso mesmo? Já quis que noites únicas durassem pra sempre do mesmo modo que quis que essa sensação terrível de frieza passasse em um instante. E daí, quando tu acha que tá tudo errado, uma única frase, um único olhar te fazem largar aquele sorriso idiota e querer se esconder de si mesma. Confuso não? Pois é, eu também não sei mais nem o que pensar. Espero que seja só uma má impressão, e que passe logo.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
“'Você acredita no deus do zoroastrianismo? Você acredita em Alá? Você acredita em Zeus?'. Há literalmente centenas de deuses nos quais o cristão não acredita — o qual diria que esses deuses não existem. Bem, como o cristão sabe disso? Se estiver tão inflamado a ponto de dizer que não podemos saber que um deus não existe, então como pode dizer que Zeus não existe? Bem, obviamente, o cristão pode dizer em resposta “Bem, isso é ridículo! Todos sabem que Zeus não existe. É uma ideia mitológica”. Este continuará a discorrer, fornecendo alguns bons argumentos que, se aplicados às suas próprias crenças, as demoliriam por completo. Monoteístas — as pessoas que só acreditam em um deus — estão muito próximas de serem ateístas. Estão a apenas um passo do ateísmo. Estão apenas a um fio de distância do ateísmo. Tudo que precisa fazer é se livrar desse último deus e terá cruzado a linha. Este é um modo bastante diferente de ver o monoteísmo, mas penso ser justificado. Tudo que precisamos fazer é pedir ao cristão que aplique seus próprios padrões — pelos quais rejeita as centenas de deuses que foram oferecidos ao longo da história da humanidade — e aplicá-los às suas próprias crenças, e isso demolirá as suas crenças igualmente."
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
só para estar junto de você.
"As batidas do meu coração aceleram,
penso em você.
Em tudo que vivenciamos até agora,
em tudo que ainda nos resta vivenciar.
Nos sonhos que sonhamos,
nas juras de amor.
Amor para mim é isso...
tem que pulsar!
Tem a paz que encontro no teu sorrir,
o calor exato das suas mãos.
Amor é essa calmaria que
encontro em você, quando falamos,
quando juntos estamos.
É ver a noite se tornar
madrugada de repente,
pelas horas não percebidas.
É ver a mesma noite se arrastar,
quando não vem.
Amor é ter você, durante e
em cada tarefa que concluo.
É ver você,
não importando muito
para onde vai o meu olhar...
Porque, geralmente,
eles não enxergam o que olham,
sempre enxergam você.
É sentir você em cada algo que toco,
amar você é isso aqui,
enquanto você aí,
eu aqui...
Escrevendo do meu amor por ti,
só para estar junto de ti".
about love.
Não é tão fácil assim falar de sentimentos. Não é tão fácil assim dizer o quanto você o acha lindo como você diz diante de uma raridade de seis canecos. Não é tão fácil assim dizer que gosta dele tanto quanto gosta do frio, que ele é tão encantador como o inverno, que ele te deixa sem ar com uma palavra, que ele te excita infinitamente, como num show de rock n' roll.
Pessoas não são carros, não são moveis, não são dinheiro. E daí essa trava, esse nó na garganta pra dizer tudo que sinto, pois sei o quanto uma atitude errada dói. Não estou mais disposta a sofrer, a errar novamente. Mas mesmo, não é tão fácil falar de amor.
domingo, 29 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Há duas coisas de que eu não abro mão. Uma delas é a minha liberdade. Liberdade de ir e vir, fazer o que dar na telha, sumir quando dá vontade. Não gosto de ninguém dizendo quando tenho que parar de tomar minha cerveja, pedindo satisfações de onde eu estive o dia todo, o que eu quero da vida, o que eu penso do amor. O pensamento é livre, trancafiado e solto ao mesmo tempo dentro de nossas mentes, podendo ser o que quiser, ali o controle é e sempre será exclusivamente nosso. Não gosto de gente que pra estar contigo, tem que saber cada detalhe seu e daí tirar suas conclusões. Apenas atitudes direcionadas a quem se deseja devem concluir alguma coisa, se é que conclusões são tão necessárias assim. Previsibilidade é algo que pode acabar com qualquer encanto em questão de segundos. Eu gosto de imaginar, confabular, matar saudades e mais ainda de senti-las. Más experiências ensinam da pior forma que pra tudo existem limites. Outra coisa que eu não abro mão; mistério, o seu e o meu.
"O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo, indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue, bonita e breve. Como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói."
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sobre decepções.
Em tempos de muitas e rápidas mudanças, crio uma linha do tempo na minha cabeça pra tentar organizar (e entender!) tudo o que se passa, e se possível, encontrar um propósito, uma razão, um porquê, pois inevitavelmente, sou movida por resultados. Embora eu tenha esse pavio curto que propõe a descasos todos os dias, tive apenas duas decepções monstruosas nessa vida. Uma delas coube a mim, e apesar dos poréns, acredito que só a mim; e a outra, a essa sociedade nojenta. Não sei qual das duas me frusta mais. São uma espécie de dor que parece destinada a te acompanhar quietinha e de vez em quando te cutucar, pra nunca esquecer de onde veio, o que causou e a que levou depois.
E as 'pseudo-decepções' com as pessoas, que foram contínuas e cada vez mais surpreendentes e inesperadas, não tenho nem o que julgar. Já causei decepções também. Você também. Há tempos em que não sabemos nem quem somos, o que queremos e o que estamos fazendo aqui e lidamos de forma ousada até demais com ações, como se fossem uma prova de fogo, pra talvez, descobrir, o quanto é real. Algumas dessas provas dão tão 'certo', que não há mais volta, e aí não há arrependimento que pague, atitudes que contradizem, perdões que resolvam.
Tive mais um exemplo clássico da hipocrisia reinante em nosso belo país em mais uma entediante tarde de trabalho qualquer. Onde as pessoas são rotuladas e menosprezadas, de certa forma, de acordo com aquilo que vestem, do que fazem pra ganhar a vida. Mas o que mais me assusta não é o fato em si, mas sim a conformidade e a total alienação diante dele, atitudes medíocres a cada instante, como se não fosse nada demais, como se fosse normal. O pior é que devem mesmo achar tão normal!
Merda jogada em nossa direção, atirada a todo tempo sem dó e de diversas formas possíveis, e eu me pergunto aonde é que foi parar a vontade própria desse povo. Me pergunto se estão tão acomodados que pouco se importam e preferem rir da desgraça dominante ou se a ignorância cultural e intelectual parou no tempo e não existe desgraça alguma perante eles; para serem tão conformistas para acreditarem e concordarem com tudo que a televisão e a democracia diz que é bom.
Fui criada de um jeito diferente. Nunca precisei de dinheiro, de luxo muito menos de frescura pra viver, ter amigos e levar a vida, e até porque essa coisa que move a sociedade nunca veio facilmente até nenhum de nós. Parece que em um clique, todos os pensamentos até então incompreendíveis do meu pai, suas palavras revoltantes e frases soltas contra o capitalismo, começaram a fazer total sentido pra mim.
Algumas V2 cairiam muito bem no Distrito Federal. (Mas isso é só a minha ideia de senso comum).
"Eles não querem que você viva. Destrua o sistema antes que ele o destrua".
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
pessoas.
Eu penso muitas, muitas coisas. Sobre mim, sobre você, sobre todo mundo. Veja bem, não é nada 'bom' nem 'ruim', são apenas pensamentos. Assim como você, ele e todos os tem também. E como aprendi numa boa e velha aula de C.Politica, bom e ruim não existem certo? É tudo parte da hipocrisia antiga, longa e contínua do homem civil, que desde daí, separou classes, ditou regras e criou a tal da sociedade. Sociedade essa, que à vista do meu senso comum, tem muito o que evoluir. Não por ser boa ou má, certa ou errada, mas por ser assim, tão cega, imoral, tão falsa e relutante contra seu próprio eu. Somos todos iguais? Ou somos todos diferentes? Tão iguais que chegamos a extremos para mostrar que não somos apenas mais um nas estatísticas ou tão diferentes que enfrentamos uma luta sem fim uns com os outros para mostrar quem é o 'ser dominante'? Como se vivêssemos em uma selva onde devêssemos provar quem é o leão e o quanto somos capazes de nos adaptar às mudanças, sofrer as consequências e conviver firmemente com isso, pois se contrário, não sobreviveremos.
Há pessoas com mentes complexas tanto quanto tais questões, e de tanto pensar, mexer, tentar, mudar, deixa como está, acomodam-se de um jeito inacreditável e muitas vezes extramente revoltante. Não sei ainda, se para o bem ou para o mal, já que ainda não encontrei conclusões exatas e suficientemente convincentes para ambos. Cada um tem uma forma específica para definir sua dignidade, sua 'opinião', sua visão sobre algo. Alguns pensam que dignidade cabe a ter um emprego formal, de terno e gravata, trancado 8 horas por dia dentro de um escritório com aromas de baunilha, guardando seu stress diário para descarregar nos entes queridos, já que família é pra isso mesmo; e o que vale é quem fingimos(?)ser diante de desconhecidos, seja para impressionar, para realizar, para relaxar. Outros querem tanto estapear a sociedade, que deixam suas essências mais primordiais de lado para juntar-se-em aos inúmeros revolucionários de sofá e esfregar na cara de não sei quem que fazem alguma coisa, que não são semelhantes a esses milhões de corpos, em que muitos, só fazem volume.
Chegamos aos dois extremos, onde não sabemos se é assim porque vale muito a pena ou se é assim porque já está tudo perdido, tudo acabado e agora é tudo uma espécie de 'salve-se quem puder'. Não entendemos nem mais a nós mesmos, nossas razões, nossos sentimentos. Existem dias em que entro em uma questão e busca de resposta de 'o que diabos eu tô fazendo aqui mesmo'? E se querem saber, eu sempre chego à mesma conclusão: se nascemos sozinhos é porque temos a capacidade de vivermos sozinhos, nos virarmos sozinhos e morremos sozinhos. Algumas pessoas estão em tal nível de desespero, agonia, ou qualquer outro nome que queira chamar, que lhes convém tomar atitudes absurdas difamando tudo aquilo trabalhado há anos, julgado como hábito conveniente à sociedade e aos que te cercam. É como um nerd da medicina que se diz contra as células-tronco mas se lhe aparecesse um câncer não hesitaria em usá-las a seu benefício; e como a patricinha ali do lado, que enche a boca pra falar que aborto é a coisa mais horrível do mundo mas não pensaria duas vezes entre escolher a vida dela a de um bebê que nem existe ainda.
Hipocrisia é o problema e evolução é a solução. Somos todos assim, e exijo bons argumentos daquele que me negar. Há milhões de anos éramos uma espécie de macaco que balbuciava, caçava para comer, desenhava nas paredes e raciocinava tanto quanto um animal doméstico. Nem depois de todo esse tempo fomos capaz de ser algo maior, algo de orgulhar-se em dizer: 'eu sou humano'.
"Negar-se a si próprio em favor de algo maior".
Lindo na teoria, mas quem está disposto? Eu não sei se estou e tenho sérias dúvidas se conseguiria. É aquela velha história, de que vai de mal a pior, já que vivemos na era em que temos como lema conforto e praticidade. Se não for fácil ninguém faz, ninguém se move, ninguém sai de casa.
E é por essas em outras que entro em contradições eternas pensando, que, se lidamos tão indiferente assim com tudo que nos cerca, como pode o famoso amor estar tão banalizado? Como existem pessoas que já encontraram dois ou três amores da vida com 24 anos? É sim por tanta indiferença? Ou pensam mesmo que dessa vez vai? Contradições infinitas novamente.
Queria eu, ser como um desses, e conforma-me-ei com tudo e levar a vida com a barriga e quando não aguentar mais, me arrancar os olhos em um ritual satânico. Mas por 'bem' ou por 'mal' cada um é cada um, cada um tem uma cabeça, independente do que tem dentro dela.
"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo".
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Vomitando palavras por aqui há todo o tempo por receio de dirigi-lás a quem se deve. Eu guardo tudo o que devo e o que não devo dentro de mim por um grande período de tempo até a mente gritar por clemência e o corpo colocar tudo pra fora. Queria saber a hora certa de parar, de fazer, de falar. De agir. Queria saber fazer mais do que deixar tudo subentendido e acreditar que os outros tem a obrigação de adivinhar o que eu penso, o que eu quero, o que eu vejo. Queria que tudo se encaixasse perfeitamente em um estalo de dedos, exatamente como eu imagino todas as noites antes de dormir.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Eu acho que quando se perdoa, a gente perdoa por inteiro. Nada desse papo de não é a mesma coisa, não tem mais isso ou aquilo. A gente perdoa pra tentar de novo, ter e dar uma segunda chance, pra ter certeza se vale a pena ou não. Se é pra continuar com um pé atrás e jogar na cara o passado a cada dia, a gente não perdoa, a gente esquece.
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